A ausência da evidência não significa evidência da ausência, conforme proposição de Carl Sagan. Vivemos atualmente um ceticismo exacerbado, possibilidade de acobertamento de fatos surreais! Registros fotográficos, argumentos, depoimentos, apontamentos não são suficientes para o convencimento. Compartilhamos nossas experiências e possíveis evidências. Cabe a cada qual crer ou descrer naquilo que apresentamos e buscar seu próprio veredito.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Dois objetos voadores voadores não revelados, à visão normal, (ao menos).
Em uma filmagem visualizei um objeto ao qual entendidos denominam: rods. destaquei dois fotogramas (foto 1 e 2) em que aparecem e mais um fotograma (foto 3), também na sequência do mesmo vídeo, mas este um objeto diferente em um fundo com céu azul. Somente em uma câmera lenta é possível visualizar os objetos. Nossos cientistas procuram por vida diferente da forma biológica costumeira, fora do planeta, em Marte, por exemplo, mas talvez existam formas de vida não baseadas em cadeia de ácidos nucleicos, em formas orgânicas. Há muito são descritos bólidos luminosos, mãe-d'água, boitatá, Raio Bola ...
Foto 2
Foto 3
O mesmo fenômeno também filmado (ao vivo) na Inglaterra, durante um telejornal.
Foto 4
Vídeo das fotos
Fonte do Vídeo Abaixo:
Vídeo Objeto semelhante - Fonte: Youtube (http://youtu.be/mNy2N61vf6A)
Durante a gravação da queda de um raio em setembro de 2010 em Torreorgaz - Espanha
Um objeto em alta velocidade é captado à esquerda e acima no filme.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Na Casa do Pai há muitas moradas...
Na Casa do Pai (Mãe), aliás, palavras por mais
belas ou objetivas que sejam apenas apontam para algo que já ouvimos falar
(imaginamos como sendo subjetivamente) ou visualizamos, experimentamos
(objetivamente). Quanto a Essência Criadora, essa não se consegue definir por
palavras, apenas sentimos em nosso âmago e, portanto, sabemos com certeza dessa
Presença Maior que justifica nossa busca por compreender a Criação e a sede por
conhecimento que nos afasta qualquer pretenso tédio cotidiano. Há exceções, mas
esses não se preservam o bastante para superar a supressão de sua natureza
primordial.
Várias moradas, diferentes ambientes, vários modos
de ser e de agir, contudo cada um conforme o seu limite de locomoção. Em
essência todos destinados ao crescimento e aprimoramento de algo, que por falta
de conhecimento do intangível em nós, chamamos espírito, alma, ou seja, nossa
consciência do eu, aquela que resta depois de tudo em nós apaziguado, o íntimo
que alcançamos ao meditar... Não temos contato com nossos irmãos de evolução,
alguns mais adiantados, outros menos, mas todos em níveis diferentes nesse
Cosmos ainda pouco conhecido. Em outros Universos: outros cosmos, outras
realidades..
Vamos acordando aos poucos, pois sabemos o que acontece a uma
manada de quando algo inusitado lhes aparece: todos correm desesperados, se
atropelam, se desesperam. Um ou outro indivíduo é controlado, ou controlável,
ou melhor, consegue dominar seu medo natural, mas milhões se desesperam e,
embora a verdade se apresente a todo instante, apenas acreditam naquilo que
suportam acreditarem. De muitos lugares vem pesquisar nosso curso evolutivo,
por algum tempo fazem suas manobras, mostram-se aos mais preparados, mas parece
regra geral a não interferência, até porque sabemos o quão desastroso foi a
chegada dos navegadores às américas nos relatos históricos. A catástrofe
bacteriológica dizimou muitos que não resistiram às doenças dos visitantes do
velho mundo. Há também o choque de ideias, uma vez que a ganancia dos povos que
desembarcaram contrastavam com a ingenuidade das massas aborígenes.
Temos conceitos formados a respeito de tudo e
medimos a tudo conforme nosso ponto de vista e aí a maioria dos preconceitos da
sociedade. Toda a vida lá fora deve ter conformação tal qual a nossa ou não é
vida. Um ser consciente deve necessariamente possuir o mesmo padrão que
encontramos em nosso planeta. Quanto ingênuos somos, mas ao contrário dos
aborígenes dos tempos da colonização, quão perigosos somos, pois ao primeiro
encontro com o desconhecido trememos de medo e se armados, atiramos antes para
perguntar depois e, principalmente com a curiosidade corremos para dissecar o
algo abatido para aprendermos sobre! Fazemos isso com nossos próprios
semelhantes, então o que esperar da humanidade em relação aos nossos visitantes
não humanos...
É paradoxal, mas apesar de todo avanço científico
e tecnológico ainda procedemos como trogloditas: seres que em sua maioria
apenas vegeta na vida, sem filosofar a respeito da existência. Muitos pensam
somente em si mesmos, até mesmo quando constituem família, pois a maioria o faz
pensando em beneficiar-se do atendimento a si na velhice, são raros os seres
que inspiram seus filhos a serem livres e cidadãos do mundo, a serem pessoas
desapegadas a buscar o avanço civilizatório, a evolução mental, psicológica,
moral e tecnológica para beneficiar a maioria.
A superpopulação mundial é fruto dessa
irracionalidade! Não se dá educação suficiente e qualitativa, nem abrigo,
agasalho ou se supre adequadamente toda necessidade a que seres conscientes tem
direito. O potencial em nós é espetacular, mas ainda estamos nas cavernas. Podemos
voar alto e livres universo afora, mas ainda rastejamos. Como as lagartas que
não sabem o futuro que os aguarda. Em não nos destruindo no percurso
terminaremos nossa jornada como seres livres e conhecedores de verdades nunca
sequer imaginadas até o momento em nossa fase evolutiva. Findado esse ponto
então, uma nova humanidade será por aqui desembarcada e todo o processo se reinicia,
até que o planeta não mais de suporte a vida, então novas casas do pai hão de
ser edificadas para que os filhos da Essência Criadora possam aprender, através
de erros e acertos, empiricamente, como se sós estivessem nesse vasto universo,
uma fase para poderem amadurecer e prosseguir na jornada pelo descobrimento de
si mesmos, para buscar a essência de onde tudo provêm e pelos motivos que ainda
não temos as respostas.
domingo, 22 de dezembro de 2013
O que não vemos, mas que nossas máquinas nos revelam
Nem todas as vezes que apontamos uma câmera para os céus obteremos flagrantes de objetos que aparentemente, ou melhor, em nosso espectro de visão não estavam lá quando fotografamos. Tais artefatos operam, possivelmente, em outra frequência vibratória, o infravermelho, por exemplo, que somente nossas câmeras fotográficas digitais são capazes de registrar. (Fundamentando) - Um exemplo bem empírico para testar essa teoria é posicionar o controle remoto comum (da tv, por exemplo) em frente a lente da máquina fotográfica, da webcam ou de uma filmadora comum. Não vemos a luz infravermelha ao apertar um dos botões, mas a lente capta e mostra no visor como uma luz pulsante ou acesa. Nossa visão não capta além do ultravioleta ou do infravermelho, dois extremos do espectro de onda da luz, ou seja, não é luz visível, assim como os nossos outros sentidos: audição: não capta ultrassons, infrassom... Com olfato, paladar e tato a mesma coisa. Somos seres muito limitados e, mesmo assim a ciência nega boa parte do que não compreende nessa estreita faixa de percepção. Conforme nossos instrumentos eletrônicos, tecnológicos evoluem, novos paradigmas surgem e o que era sensacionalismo e loucura do presente pode tornar-se fato corriqueiro. Talvez vivamos num mundo notável, do qual desconhecemos sua natureza real por não o vermos em sua totalidade, mas que aos poucos vai se descortinando. Quem sabe ao longo da evolução ganhemos sentidos mais apurados para perceber além do atual perceptível, aí se comentará que éramos primitivos, ignorávamos e ridicularizávamos quem pensava além de seu tempo. Outrora ridicularizaram quem pensava em voos de máquinas mais pesadas que o ar, ou em pessoas caminhando no vácuo do espaço ou no solo lunar, mas felizmente a ciência provou o contrário e esses mesmos seres, antes tidos por lunáticos, hoje são tratados como visionários e além de seu tempo. Creio ser tudo uma questão de massa crítica, um ponto em que a grande maioria passa a crer em algo e esse algo passa a ser real conforme o termo objetivo. É o que prega hoje a física quântica em experimentos laboratoriais quando tem na agulha de seu microscópio eletrônico um nanomecanismo: ele comporta-se conforme haja ou não a presença do observador, o que equivale a dizer que se isso ocorre no microcosmo com um observador, também deve ocorrer no macrocosmo com toda a massa crítica resultante da conformidade de todos os observadores. Portanto, atentos aos céus e fotografando a vontade para revelarmos esse mundo a nossa volta, que nossos sentidos biológicos não conseguem captar, mas que possivelmente coexiste conosco e que no futuro certamente será abertamente exposto e debatido como realidade na qual também ingressaremos.
(Abaixo uma foto tendo ao fundo a cidade e ao alto um objeto voador de formato alongado)
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